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Notícias

29/05/2013

Técnicos do Provopar e Sanepar trabalham para implantar Ecocidadão em Ponta Grossa

Técnicos do Provopar Estadual e Sanepar retornam a Ponta Grossa no próximo dia 4, para dar continuidade ao trabalho de implantação do programa Ecocidadão Paraná no município. O programa tem como objetivo assessorar e incrementar as associações e cooperativas de catadores de material reciclável na coleta, separação, comercialização do material coletado, para aumentar a vida útil dos aterros sanitários e potencializar a reutilização do material que pode ser reaproveitado.

Ao todo, cinco associações de catadores participam do programa, que conta com o apoio da prefeitura de Ponta Grossa. Numa primeira etapa, os técnicos estiveram reunidos com os associados da Acamar (centro) e Acamaro (oficinas). Na sequencia, eles vão estar com os catadores da recém criada Arrep, Acamaruva (Uvaranas) e Acamaru (Nova Rússia).

Juntas as associações somam cerca de 150 famílias que sobrevivem da coleta seletiva das 250 toneladas de lixo produzidas todos os dias pela população de Ponta Grossa. A capacitação dos catadores está sendo realizada pelos técnicos do Provopar Estadual nas sedes das associações.

“Numa primeira etapa, trabalhamos no levantamento da identidade dos catadores. Procuramos saber da origem de cada um, para podermos aplicar a dinâmica mais adequada. Nesta dinâmica de grupo, procuramos saber como ele se vê no grupo e sua função nele. Esta primeira etapa serve de arrancada para todas as demais etapas e é importante para que os associados se firmem neste empreendimento”, afirmou Felipe Silvano Silveira, técnico do Provopar Estadual.

Segundo ele, a metodologia usada para a capacitação é a CEFE - Competência Econômica para Formação de Empreendedores, cuja ideia básica é a ação de indivíduos que transformem projetos de negócios em empresas lucrativas, melhorando a renda e a qualidade de vida dos associados. “Mas antes que isto aconteça é necessário vencer todas as etapas do programa. A próxima etapa, por exemplo, envolve a revisão dos estatutos das associações, readequando-os a realidade dos associados”.

Felipe informou que atualmente os catadores levam muito tempo para separar o material reciclável, que na maioria das vezes vem misturado com lixo orgânico. “E isto provoca o descarte de 30 a 40% de material que poderia ser reaproveitado, o que vem causando o esgotamento de nossos aterros sanitários, além causar uma demora no fechamento das cotas destinadas às industrias”, disse Felipe, que participa de uma equipe formada ainda pelos técnicos Henrique Naldony Neto, Ana Flávio Cartaxo e Carlos Kalinke.

Fonte: Assessoria de Imprensa do Provopar

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